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Carga automática do roster ​

Turmas, matrículas e progresso podem chegar sozinhos do sistema acadêmico, pelo arquivo CSV que o TI da instituição já sabe extrair. O agendamento fica do lado do TI; aqui se configura, uma vez, como o arquivo é lido.

O mapeamento é pelo nome da coluna ​

As colunas são reconhecidas pelo nome do cabeçalho, sem acento, caixa ou pontuação — nunca pela posição. Se o sistema acadêmico reordenar as colunas, nada muda. Se uma coluna mapeada sumir ou aparecer repetida, a carga inteira é recusada e nada é gravado: gravar o dado no campo errado sem ninguém ver seria pior.

O de-para das situações ​

Cada situação que o sistema acadêmico usa vai para uma situação do Edusati ou para recusar a linha. A evasão nunca vem escolhida de antemão: ela dispara a pesquisa de evasão na caixa de entrada do aluno, e é quem configura que decide qual valor significa isso. Um valor que aparecer depois e não estiver no de-para recusa a linha e é listado pelo nome no relatório.

Completo ou parcial ​

  • Completo: o arquivo traz o retrato inteiro. O Edusati compara o tamanho com a última carga aplicada e lista quem estava cursando nas turmas citadas e não veio no arquivo — os ausentes. Ausente nunca vira evasão nem muda nada: é só a lista, para alguém conferir.
  • Parcial: o arquivo traz só o que mudou. Não há comparação de tamanho nem lista de ausentes, e o relatório diz isso em vez de mostrar zero.

Os limites que retêm a carga ​

A carga fica retida — e nenhuma linha é gravada — até alguém liberar ou descartar, quando:

  • é a primeira do alvo: não há base para comparar, e é nela que um erro de mapeamento aparece;
  • no modo completo, o arquivo encolheu mais que o percentual em relação à última carga aplicada;
  • ela tornaria evadidas mais matrículas do que o percentual e o mínimo absoluto — contando também a matrícula nova que já chega evadida;
  • ela faria turmas demais passarem a encerradas ou canceladas, ou terem o progresso mudando mais pontos do que o salto máximo numa noite.

Um limite apertado demais custa uma carga retida que alguém libera. Um frouxo demais custa uma pesquisa de evasão, de marco ou de encerramento enviada a gente real a partir de um arquivo errado. Na virada de semestre, quando muitas turmas encerram na mesma noite, pode valer afrouxar o limite de turmas por alguns dias.

A carga retida que ninguém decide expira no prazo de guarda, sem gravar nada. Liberar uma carga antiga depois que uma mais nova já foi aplicada não é possível: o retrato velho desfaria o novo.

Ajuda do Edusati