Pesos entre pesquisas
O relatório por docente, unidade ou curso reúne a avaliação dessa entidade em todas as pesquisas em que ela aparece. Cada pesquisa é lida na sua própria métrica — um NPS continua sendo NPS, uma satisfação continua sendo satisfação.
Sem pesos, não há consolidado
Juntar pesquisas diferentes num número só é uma decisão, não uma conta automática. Por isso o consolidado só aparece quando a instituição declara o peso de cada pesquisa. Sem pesos, o relatório mostra a leitura separada por pesquisa — e isso é o comportamento esperado.
Quem define o peso assume a comparação: está dizendo quanto cada pesquisa vale na nota final.
Como as métricas viram uma escala comum
Para combinar, cada resultado é convertido para uma escala de 0 a 100:
- percentuais entram como estão — inclusive a nota do docente, que é o percentual de avaliações favoráveis da linha dele (os pontos sem sentido e o "Não se aplica" ficam fora, e a tela diz quantos);
- o NPS (de -100 a 100) vira metade da distância até 100;
- médias de escala partem do ponto mínimo da escala, e a escala de esforço é invertida (menos esforço é melhor);
- contagens e médias sem teto não são convertidas e ficam fora do consolidado.
Pesquisa sem nota não vale zero
Se uma entidade não tem avaliação numa das pesquisas, essa pesquisa sai da média com o seu peso. Ela não entra como zero — isso puniria a entidade por não ter sido avaliada ali. A composição mostra de quais pesquisas o número veio, com que peso e com quantas avaliações.
O piso de anonimato vale por pesquisa e, no caso do docente, também para a linha dele.
Os pesos valem para todos os períodos
Não há histórico de pesos: o consolidado lê todo período com os pesos de hoje. Mudar um peso muda também a leitura dos semestres passados. Por isso o relatório diz desde quando os pesos valem e avisa quando o período lido terminou antes dessa data. O número apresentado na época, pesquisa a pesquisa, fica no relatório emitido de cada pesquisa.